16 de novembro
Santa Margarida da Escócia
Segunda-feira, 33ª semana do Tempo Comum — Ano par
Santa Margarida da Escócia foi rainha consorte da Escócia no século XI, esposa de Malcolm III. Nascida em uma família real exilada, Margarida encontrou na Escócia a possibilidade de viver plenamente sua fé, empenhando-se em reformar costumes da corte, promover a justiça, apoiar a Igreja e cuidar dos pobres. Sua vida conjugal foi marcada tanto pelo zelo religioso quanto pela influência positiva sobre o marido e os filhos, muitos dos quais também seguiriam o caminho da santidade. Margarida se destacou pelo espírito de oração e pelas obras de misericórdia, especialmente a ajuda generosa a órfãos, viúvas e peregrinos. Após sua morte, foi venerada como modelo de rainha cristã e mãe devota, inspirando gerações futuras sobre o valor de unir liderança civil à caridade cristã. A Igreja mantém sua memória para recordar a importância de viver a fé mesmo em posições de destaque e poder, promovendo o bem comum com humildade e caridade.
Ligação permanente
Fazer uma pergunta sobre a festa do dia
Perguntas sobre Santa Margarida da Escócia (Novus Ordo Missae)
O dia litúrgico
Leituras da Missa
LeituraAp 1, 1-4 ; 2, 1-5a
Revelação de Jesus Cristo,
que Deus lhe confiou
para mostrar aos seus servos
o que deve acontecer em breve;
esta revelação, ele a deu a conhecer
a seu servo João por meio do envio de seu anjo.
João atesta como palavra de Deus
e testemunho de Jesus Cristo
tudo o que viu.
Feliz aquele que lê,
felizes os que ouvem
as palavras da profecia
e guardam o que nela está escrito,
pois o tempo está próximo.
João,
às sete Igrejas que estão na Ásia Menor:
a vós, graça e paz,
da parte d’Aquele que é, que era e que vem,
da parte dos sete espíritos que estão diante de seu trono.
Ouvi o Senhor que me dizia:
Ao anjo da Igreja que está em Éfeso, escreve:
Assim fala aquele que tem as sete estrelas em sua mão direita,
que caminha entre os sete candelabros de ouro:
Conheço as tuas ações, o teu esforço, a tua perseverança,
sei que não podes suportar os maus;
colocaste à prova os que se dizem apóstolos
e não o são;
descobriste que eram mentirosos.
Não te falta perseverança,
e muito sofrestes por causa do meu nome,
sem poupares o teu esforço.
Mas tenho contra ti
que abandonaste o teu primeiro amor.
Então, recorda-te de onde caíste,
converte-te, volta às tuas primeiras obras.
– Palavra do Senhor.
SalmoPs 1, 1-2, 3, 4.6
Feliz o homem
que não segue o conselho dos maus,
que não entra no caminho dos pecadores,
nem se senta entre os zombadores,
mas tem seu prazer na lei do Senhor
e medita sua lei dia e noite!
Ele é como uma árvore
plantada à beira da corrente de água,
que dá fruto no devido tempo,
e jamais sua folhagem murcha;
tudo o que faz será bem-sucedido.
Não é assim com os maus.
Mas eles são como a palha
levada pelo vento.
O Senhor conhece o caminho dos justos,
mas o caminho dos maus se perderá.
EvangelhoLc 18, 35-43
Quando Jesus se aproximava de Jericó,
um cego mendigava, sentado à beira do caminho.
Ouvindo a multidão passar diante dele,
informou-se do que estava acontecendo.
Disseram-lhe que era Jesus de Nazaré que passava.
Ele gritou:
« Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim! »
Os que iam na frente
o repreendiam para que se calasse.
Mas ele gritava ainda mais forte:
« Filho de Davi, tem piedade de mim! »
Jesus parou e ordenou que o trouxessem até ele.
Quando se aproximou, Jesus lhe perguntou:
« Que queres que eu faça por ti? »
Ele respondeu:
« Senhor, que eu veja de novo. »
E Jesus lhe disse:
« Vê de novo! A tua fé te salvou. »
No mesmo instante, ele recuperou a vista,
e foi seguindo Jesus, glorificando a Deus.
E todo o povo, ao ver isso,
louvou a Deus.
– Palavra da Salvação.
Textos litúrgicos: © AELF — aelf.org