O santo do dia · 27 de julho
Férie do Tempo Comum
FériaCor litúrgica : Verde
No dia 27 de julho de 2026, a Igreja Católica celebra um dia 'férial', ou seja, um dia sem uma festa ou memória obrigatória fixa no calendário litúrgico universal. Os dias de féria pertencem ao chamado 'Tempo Comum', período do ano litúrgico no qual os fiéis são convidados a aprofundar a relação pessoal com Cristo no cotidiano, meditando sobre Seus ensinamentos, milagres e vida junto dos discípulos. O Tempo Comum é representado pela cor verde, símbolo de esperança e crescimento espiritual. Esse período litúrgico valoriza a rotina da vida cristã e a importância do seguimento de Jesus em atos simples e concretos.
Nas féries, as leituras bíblicas propostas acompanham a sequência habitual das Sagradas Escrituras, ajudando os fiéis a mergulhar mais profundamente no mistério da fé cristã, mesmo nos dias considerados "ordinários". Não celebrando um santo específico, a Igreja recorda que todos são chamados à santidade em sua vida diária. Dias como este proporcionam um tempo especial para oração pessoal e prática das virtudes cristãs, colocando em evidência o compromisso de viver o Evangelho em cada momento da existência.
Por isso, os dias de férie têm especial relevância para a espiritualidade católica: eles destacam o valor do ordinário e transformam o cotidiano em caminho de santificação, lembrando que a presença de Deus também se faz sentir, silenciosa e discretamente, no dia-a-dia.
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O dia litúrgico
Leituras da Missa
« Este povo mau se tornará como este cinto que ficou inútil » — Jr 13, 1-11
Assim me falou o Senhor:
“Vai, compra para ti um cinto de linho
e coloca-o na tua cintura.
Evita molhá-lo na água.”
Segundo a palavra do Senhor, comprei um cinto
e o coloquei na minha cintura.
De novo, a palavra do Senhor me foi dirigida:
“Com o cinto que compraste
e que levas à cintura,
levanta-te, vai até o Eufrates,
e lá esconde-o na fenda de uma rocha.”
Então fui escondê-lo junto ao Eufrates,
como o Senhor me havia ordenado.
Muito tempo depois, o Senhor me disse:
“Levanta-te, vai até o Eufrates
e pega o cinto
que te ordenei esconder lá.”
Fui então ao Eufrates, cavei,
e peguei o cinto
do lugar onde o havia escondido.
E eis que o cinto estava podre, inútil!
Então a palavra do Senhor me foi dirigida:
“Assim fala o Senhor:
É assim que farei apodrecer
o grande orgulho de Judá e de Jerusalém.
Este povo mau,
que segue os desejos de seu coração endurecido
e anda atrás de outros deuses,
para servi-los e se prostrar diante deles,
se tornará como este cinto
que ficou inútil.
Com efeito, assim como um homem
amarra um cinto em sua cintura,
assim eu tinha prendido para mim toda a casa de Israel
e toda a casa de Judá
– oráculo do Senhor –,
para que fossem o meu povo,
minha fama, meu louvor e meu ornamento.
Mas eles não me escutaram!”
– Palavra do Senhor.
Dt 32, 18-19, 20, 21
Desprezas a Rocha que te deu à luz;
o Deus que te gerou, tu esqueces.
O Senhor viu: rejeitou
seus filhos e filhas que o provocaram à ira.
Ele disse: “Vou esconder deles o meu rosto
e verei qual será o seu fim.
Sim, é uma geração pervertida,
filhos sem fidelidade.
“Eles me provocaram com um deus que não é Deus,
instigaram-me com seus ídolos vãos;
eu os provocarei
com um povo que não é um povo,
provocá-los-ei com uma nação insensata.”
« O Reino dos Céus é como um grão de mostarda, de modo que as aves do céu fazem ninhos em seus ramos » — Mt 13, 31-35
Naquele tempo,
Jesus propôs à multidão outra parábola:
“O Reino dos Céus é como
um grão de mostarda
que um homem pegou e semeou em seu campo.
É a menor de todas as sementes,
mas, quando cresce,
fica maior do que as outras plantas da horta
e torna-se uma árvore,
de modo que as aves do céu vêm
e fazem ninhos em seus ramos.”
Disse-lhes ainda outra parábola:
“O Reino dos Céus é como
o fermento que uma mulher pegou
e misturou com três medidas de farinha,
até que toda a massa ficou fermentada.”
Tudo isso Jesus dizia às multidões em parábolas,
e nada lhes falava sem parábolas,
para se cumprir o que foi dito pelo profeta:
Abrirei a boca em parábolas,
anunciarei coisas escondidas desde a criação do mundo.
– Palavra da Salvação.
Textos litúrgicos: © AELF — aelf.org