O santo do dia · 4 de julho
Santa Isabel de Portugal
sábado, 13ª semana do Tempo Comum
Cor litúrgica : Verde
Santa Isabel de Portugal, conhecida também como Rainha Santa Isabel, nasceu no final do século XIII, filha do rei Pedro III de Aragão. Desde pequena, destacou-se por sua notável piedade, escolhendo uma vida de serviço ao próximo e devoção à oração. Apesar das tensões e desafios que circundavam a corte portuguesa, onde se tornou rainha ao casar-se com Dom Dinis, Isabel buscou sempre a conciliação e a promoção da paz, especialmente em episódios de conflito entre o marido e o filho, o futuro Afonso IV.
Ficou famosa pela sua caridade, auxiliando os pobres, fundando hospitais e lares, e sustentando obras de misericórdia tanto material quanto espiritualmente. Uma das narrativas mais conhecidas sobre a sua vida é o "milagre das rosas", associado à sua generosidade disputada, embora o episódio seja considerado uma tradição piedosa e não um registro histórico confirmado. Após a morte do esposo, Isabel ingressou na Ordem Terceira de São Francisco, dedicando-se ainda mais à oração e à assistência aos necessitados.
Santa Isabel foi canonizada em 1625, e sua memória recorda a importância da reconciliação, do serviço humilde e da caridade vivida em qualquer estado de vida, inclusive na política e na família. Sua festa inspira a todos os cristãos a buscar a paz e a justiça, especialmente em contextos de conflito.
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O dia litúrgico
Leituras da Missa
« Eu trarei de volta os cativos do meu povo e os plantarei em sua terra » — Am 9, 11-15
Assim fala o Senhor:
Naquele dia, levantarei a tenda de Davi, que está caída;
repararei suas brechas, restaurarei suas ruínas,
e a reconstruirei como nos dias antigos,
para que seus habitantes tomem posse
do resto de Edom e de todas as nações
sobre as quais foi invocado o meu nome,
– oráculo do Senhor, que fará tudo isso.
Eis que vêm dias
– oráculo do Senhor –
em que caminharão juntos o que ara e o que colhe,
o que pisa as uvas e o que lança a semente.
As montanhas deixarão correr vinho novo,
todas as colinas transbordarão dele.
Trarei de volta os cativos do meu povo Israel;
reconstruirão as cidades devastadas e nelas habitarão;
plantarão vinhas e beberão seu vinho;
cultivarão jardins e comerão seus frutos.
Eu os plantarei em sua terra,
e nunca mais serão arrancados
da terra que eu lhes dei.
O Senhor teu Deus falou.
– Palavra do Senhor.
Ps 84 (85), 9, 11-12, 13-14
Eu escuto: que dirá o Senhor Deus?
O que ele diz é paz
para o seu povo e seus fiéis;
que nunca mais voltem à insensatez!
Amor e verdade se encontram,
justiça e paz se abraçam;
a verdade brotará da terra
e do céu olhará a justiça.
O Senhor nos dará seus bens,
e nossa terra dará seu fruto.
A justiça caminhará à sua frente,
e os seus passos abrirão caminho.
« Os convidados das núpcias poderiam estar de luto enquanto o noivo está com eles? » — Mt 9, 14-17
Naquele tempo,
os discípulos de João Batista aproximaram-se de Jesus e disseram:
« Por que nós e os fariseus jejuamos,
e os teus discípulos não jejuam? »
Jesus lhes respondeu:
« Por acaso os convidados das núpcias poderiam estar de luto
enquanto o noivo está com eles?
Mas dias virão em que o noivo lhes será tirado;
então jejuarão.
E ninguém coloca um remendo de pano novo
em roupa velha,
pois o remendo novo repuxa o tecido velho,
e o rasgão fica maior.
E não se coloca vinho novo em odres velhos;
senão, os odres se rompem,
o vinho se derrama,
e os odres se perdem.
Mas o vinho novo se coloca em odres novos,
e assim tudo se conserva. »
– Palavra da Salvação.
Textos litúrgicos: © AELF — aelf.org