O santo do dia · 6 de julho
Santa Maria Goretti, virgem e mártir
segunda-feira, 14ª semana do Tempo Comum
Cor litúrgica : Verde
Santa Maria Goretti é recordada pela Igreja como uma jovem mártir da pureza e do perdão. Nascida na Itália em 1890, Maria acolheu com grande simplicidade a fé transmitida por seus pais e, desde cedo, se destacou pelo amor a Deus e pelo cuidado com a família, especialmente após a morte de seu pai. Com apenas 11 anos, enfrentou uma tentativa de violência e, resistindo para preservar sua pureza, acabou sendo mortalmente ferida. Mesmo à beira da morte, Maria expressou perdão ao seu agressor, deixando um testemunho profundo de misericórdia e fidelidade ao Evangelho.
Canonizada em 1950, Santa Maria Goretti tornou-se um símbolo para jovens, mostrando a força da graça em quem procura viver a castidade e a capacidade cristã de perdoar. Sua história nos convida a valorizar a dignidade da pessoa humana e a confiar na misericórdia divina. A Igreja faz memória de sua coragem e santidade, elevando-a como inspiração para todos que enfrentam desafios nas áreas da pureza, do perdão e da fidelidade cristã.
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O dia litúrgico
Leituras da Missa
« Eu farei de ti minha esposa para sempre » — Os 2, 16.17b-18.21-22
Assim fala o Senhor:
Minha esposa infiel,
eu vou seduzi-la,
vou levá-la ao deserto,
e lhe falarei ao coração.
Lá, ela me responderá
como nos tempos de sua juventude,
no dia em que saiu da terra do Egito.
Naquele dia – oráculo do Senhor –,
ei o que acontecerá:
Tu me chamarás: «Meu esposo»
e não mais: «Meu Baal» (isto é, «meu senhor»).
Eu farei de ti minha esposa para sempre,
eu farei de ti minha esposa
na justiça e no direito,
na fidelidade e na ternura;
eu farei de ti minha esposa na lealdade,
e conhecerás o Senhor.
– Palavra do Senhor.
Ps 144 (145), 2-3, 4-5, 6-7, 8-9
Todos os dias te bendirei,
louvarei o teu nome para sempre e eternamente.
Grande é o Senhor, digno de todo louvor;
sua grandeza é sem limites.
Geração após geração celebrará tuas obras,
proclamarão teus feitos.
Eu proclamarei as maravilhas das tuas obras,
teu esplendor, tua glória e teu brilho.
Falarão da tua força temível;
eu contarei tua grandeza.
Recordarão tuas imensas bondades;
todos aclamarão tua justiça.
O Senhor é ternura e piedade,
lento para a cólera e cheio de amor;
a bondade do Senhor alcança a todos,
sua ternura a todas as suas obras.
« Minha filha acaba de morrer; mas vem, e ela viverá » — Mt 9, 18-26
Naquele tempo,
enquanto Jesus falava aos discípulos de João Batista,
eis que um chefe se aproximou.
Prostrou-se diante dele, dizendo:
«Minha filha acaba de morrer;
mas vem impor-lhe a mão,
e ela viverá.»
Jesus levantou-se e o seguiu, juntamente com seus discípulos.
Então uma mulher,
que sofria de hemorragia havia doze anos,
aproximou-se por trás
e tocou na franja do seu manto.
Ela pensava consigo mesma:
«Se eu apenas tocar em seu manto,
serei curada.»
Jesus se voltou e, ao vê-la, disse:
«Coragem, filha!
A tua fé te salvou.»
E, no mesmo instante, a mulher ficou curada.
Quando Jesus chegou à casa do chefe,
viu os tocadores de flauta
e a multidão alvoroçada.
Disse então:
«Retirai-vos.
A menina não morreu: ela está dormindo.»
Mas zombavam dele.
Quando a multidão foi posta para fora,
ele entrou, tomou a menina pela mão,
e ela se levantou.
E a notícia se espalhou por toda aquela região.
– Palavra da salvação.
Textos litúrgicos: © AELF — aelf.org