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O santo do dia · 7 de julho

Féria do Tempo Comum

Féria

Cor litúrgica : Verde


Hoje, a Igreja celebra um dia da férie no Tempo Comum, um momento marcado pela simplicidade litúrgica. Nos chamados dias de féria, quando não há memória obrigatória de santos ou festas específicas, os fiéis são convidados a mergulhar no mistério cotidiano da fé, vivendo o Evangelho na rotina diária. Esta parte do calendário litúrgico fortalece a vida espiritual, lembrando que cada dia é oportunidade de crescimento pessoal, oração e caridade, mesmo fora das grandes solenidades.

O Tempo Comum é o pano de fundo da liturgia cristã, destacando a caminhada progressiva dos discípulos com Cristo. Durante estes dias, a missa apresenta leituras contínuas das Escrituras, proporcionando uma visão mais ampla do ensinamento de Jesus e da história da salvação. A cor litúrgica verde simboliza esperança e amadurecimento espiritual, convidando a Igreja a perseverar nas pequenas fidelidades do cotidiano. Celebrar a féria é recordar que a santidade é vivida, sobretudo, na vida comum, respondendo com amor e fidelidade ao chamado de Deus em todas as circunstâncias.

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O dia litúrgico

Leituras da Missa

« Eles semearam vento, colherão tempestade » — Os 8, 4-7.11-13

Assim fala o Senhor:
    Os filhos de Israel estabeleceram reis sem me consultar,
eles nomearam príncipes sem o meu acordo;
com sua prata e seu ouro, fabricaram ídolos para si.
Eles serão aniquilados.
    Eu rejeito o teu bezerro, Samaria!
Minha ira se inflamou contra os teus filhos.
Recusarão sempre reencontrar a inocência?
    Esse bezerro é obra de Israel,
um artífice o fabricou,
isto não é um deus;
este bezerro de Samaria será despedaçado.
    Eles semearam vento,
colherão tempestade.
A espiga não dará grão;
se houver grão,
não dará farinha;
e, se der,
será devorada pelos estrangeiros.
    Efraim multiplicou os altares para expiar o pecado;
e esses altares só servem para pecar.
    Eu escrevi para ele todos os artigos da minha lei,
mas ele só vê nisso uma lei estrangeira.
    Oferecem sacrifícios para me agradar
e comem a carne,
mas o Senhor não tem prazer nisso.
Ao contrário, ali encontra a lembrança de todas as suas faltas,
ele faz a conta de seus pecados.
Que voltem, então, para o Egito!

            – Palavra do Senhor.

Ps 113b (115), 3-4, 5-6, 7ab.8, 9-10

O nosso Deus está no céu;
tudo o que quer, ele faz.
Os ídolos deles: ouro e prata,
obra de mãos humanas.

Têm boca, mas não falam,
têm olhos, mas não veem,
têm ouvidos, mas não ouvem,
têm narinas, mas não cheiram.

Suas mãos não podem tocar,
seus pés não podem andar,
Tornem-se como eles todos os que os fazem,
os que neles confiam.

Israel, confia no Senhor:
ele é o auxílio, é o escudo!
Família de Aarão, confia no Senhor:
ele é o auxílio, é o escudo!

« A colheita é abundante, mas os trabalhadores são poucos » — Mt 9, 32-38

Naquele tempo,
    apresentaram a Jesus
um possesso que era surdo-mudo.
    Quando o demônio foi expulso,
o surdo-mudo começou a falar.
As multidões ficaram admiradas e diziam:
« Nunca se viu coisa igual em Israel! »
    Mas os fariseus diziam:
« É pelo príncipe dos demônios
que ele expulsa os demônios. »

    Jesus percorria todas as cidades e aldeias,
ensinando em suas sinagogas,
proclamando o Evangelho do Reino
e curando toda doença e enfermidade.
    Vendo as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas
porque estavam cansadas e abatidas
como ovelhas sem pastor.
    Então disse aos seus discípulos:
« A colheita é grande,
mas os trabalhadores são poucos.
    Pedi, pois, ao Senhor da colheita
que envie trabalhadores para sua colheita. »

            – Palavra da Salvação.

Textos litúrgicos: © AELF — aelf.org

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